Home Artigo Magnison Mota reclama de oportunistas nesses tempos difíceis de pandemia

Magnison Mota reclama de oportunistas nesses tempos difíceis de pandemia

por Redação

Magnison Mota

Nesses tempos difíceis que estamos vivendo, a apreensão toma conta de todos os cidadãos. Há incertezas em relação ao futuro e, além do medo da doença em si, há medo de perder o emprego e, consequentemente, da fome e desalento. Isso, no entanto, não impede que alguns seres humanos, não afeitos à solidariedade, se aproveitem do momento.

Bastou a Organização Mundial de Saúde informar que o álcool em gel, com concentração de pelo menos 70%, ser eficiente como prevenção, o produto sumiu das prateleiras de farmácias e supermercados. Com essa corrida, algumas pessoas que tinham estoque, passaram a explorar os consumidores, subindo o preço do produto. Também aparecem soluções caseiras, de pessoas que fabricam o produto, sem que se tenha garantia de confiabilidade e passam a vende-lo através de redes sociais. Claro que também a gente solidária, vendendo o produto sem aferir lucros e nós só temos que parabenizá-las. Quanto à população, é importante que antes de comprar o produto, avalie se o vendedor é confiável. Há farmácias de manipulação preparadas para fabricar o produto dentro das normas técnicas. Nossas críticas, portanto, é em relação àqueles que não tem instalações e nem conhecimentos adequados para fabricar o produto.

Outra forma de explorar a boa-fé dos consumidores que estão desesperados em busca de prevenção são as formas milagrosas que alguns oportunistas estão prometendo. Produtos sem nenhuma confirmação científica estão sendo vendidos pelos sites e redes sociais. “É lamentável que tenhamos chegado a isso”, afirma Magnison Mota, que aproveita a oportunidade para alertar a população para que tome cuidados com a prevenção e não se deixe ser enganada por espertalhões.

“Todos estamos ansiosos e nossa esperança é que as medidas de contenção social anunciadas pelas autoridades sejam capazes de deter a marcha avassaladora desse vírus até que a ciência consiga desenvolver e produzir em larga escala uma vacina que proteja aqueles que ainda não foram infectados de futuras infecções. Enquanto isso não acontece, temos de colocar a nossa fé em ação e não descuidarmos também de todas as medidas de prevenção”, enfatiza.

Deixe um comentário