Home Estilo de Vida Nudes e conteúdos eróticos em celular de vereador apreendido pela PF em Ji-Paraná podem levar a confissão dos crimes

Nudes e conteúdos eróticos em celular de vereador apreendido pela PF em Ji-Paraná podem levar a confissão dos crimes

por Redação

JI-PARANÁ – Lembram daquela operação que a Polícia Federal fez na terça-feira passada, cumprindo mandatos de buscas e apreensões na Prefeitura, na Câmara de Vereadores, na casa de alguns políticos e em empresas? Pois é, o desdobramento dela vem revelando fatos cômicos, trágicos não fossem.

A última notícia que se espalha entre conhecidos e pessoas íntimas dos investigados é que um dos vereadores envolvidos no caso estaria muito preocupado com a possibilidade de vazamentos de conversas suas pelo aplicativo WhatsApp.

O motivo da apreensão do parlamentar, além da comprovação do possível recebimento de vantagens pela aprovação da permuta de terrenos do município, é que no celular dele haveria muitas conversas e fotos eróticas, os chamados “nudes”, que revelariam sua verdadeira orientação sexual.

Na semana passada, agentes da Polícia Federal apreenderam vários celulares durante ação contra um esquema criminoso na cidade de Ji-Paraná.  A operação continua causando movimentações políticas e rendendo os mais variados boatos.

A investigação mira políticos e empresários da segunda maior cidade de Rondônia, onde o grupo teria se unido para facilitar a aquisição de áreas públicas causando enorme prejuízo aos cofres da prefeitura.

A aparente homossexualidade do edil não constitui nenhum tipo de crime, mas a revelação dela poderia atingir negativamente parte da base política dele, que estaria preocupado também em expor as pessoas que enviaram e receberam as fotos de “partes íntimas”.

O site folhadosulonline.com.br não procurou a PF, porque a corporação não costuma comentar esses detalhes de investigações, mas um experiente policial foi contatado e disse que o conteúdo do celular do vereador será, cedo ou tarde, exposto no inquérito.

A partir destas informações, já há uma corrida contra o tempo e o vereador estaria pensando até em confessar parte do crime em troca de se tornar desnecessária a análise de suas conversas com seus namorados e “ficantes” que, segundo se comenta nos meios políticos jiparanaenses, não são poucos.

Fonte: Folha do Sul

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