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O trabalhismo tem laços históricos com Porto Velho

por Redação

Leonel Bertolin

Por Leonel Bertolin – No dia 15 de maio de 1945, sob a liderança do presidente Getúlio Vargas, criava-se o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). É por essa razão que este dia é considerado data magna do partido. Entre 1945 e 1964 foi o PTB a agremiação política que mais cresceu, tanto em número de votos, quanto em número de filiados. Já em seu nascimento, o programa partidário do PTB pregava diversas reformas, como a urbana, a agrária e educativa; e tinha ênfase no crescimento econômico, desenvolvimento industrial, nacionalização de recursos e educação.

Ambos nascidos pelas mãos de Vargas, o PTB e o antigo Território Federal do Guaporé, que deu origem ao nosso atual Estado de Rondônia, guardam portanto uma identidade histórica. Momento marcante da história de Rondônia é a visita do presidente Getúlio Vargas a Porto Velho em 1940, quando esta era apenas uma longínqua cidade do Estado do Amazonas, distante de sua capital, Manaus, cujos habitantes até essa época nem sonhavam que viesse a se tornar uma capital.

Ocorreu que, passados três anos da visita de Vargas, Porto Velho se tornava a capital do nascente Território Federal do Guaporé. E nos anos seguintes o PTB, na pessoa do deputado federal Aluísio Ferreira, teria papel preponderante na construção das políticas de desenvolvimento locais. É praticamente impossível narrar a história de Porto Velho sem citar Getúlio e Aluísio, dois grandes líderes políticos, que obviamente dividiram opiniões, mas multiplicaram as possibilidades de Porto Velho se tornar o município pujante que é hoje, visto que foi a política desenvolvimentista por eles construída que não apenas fez Porto Velho tornar-se uma capital, mas fez também com que despertasse para sua vocação como estratégico centro econômico regional.

Neste 15 de maio, data magna do PTB, certamente cabe a nós, seus filiados em Porto Velho, uma comemoração desse jubileu de diamante que efetivamente expresse a consciência de que o trabalhismo tem laços fortes com a história de nosso Município. Não apenas a história que foi escrita pelas mãos de Getúlio Vargas e Aluísio Ferreira, mas, sobretudo, a história que o povo de Porto Velho quer que passe a ser escrita a partir de 1º de janeiro do próximo ano.

 

 

 

 

 

 

Por Leonel Bertolin

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