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Projeto Paz no Lar apresenta cartilha para a população

por Redação

Um palavrão, um tapa, um grito, outro tapa, um empurrão, soluços, uma porta que bate forte e se fecha, para guardar o medo, a vergonha e a violência. Uma mulher, duas, várias, muitas. A pandemia de Covid-19 requer o distanciamento social para evitar contágio, mas a convivência familiar nem sempre é saudável. O Projeto Paz no Lar, da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça de Rondônia e dos Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Porto Velho, lança uma cartilha com ações de conscientização e informação para o período.

A cartilha apresenta desafios associados ao período de pandemia, que aumentam os riscos de violência doméstica, identificando situações comuns do dia a dia, dentre elas a dificuldade de contato com parentes e amigos como fator que contribui para a vulnerabilidade.

De acordo com a cartilha, “Qualquer mulher pode ser vítima da violência doméstica. Não importa se ela é rica, pobre, branca ou negra; se vive no campo ou na cidade; se é moderna ou conservadora; se pertence ou não a algum grupo religioso”.

Como saber se uma relação é violenta, formas da prática e exemplos dos tipos de violência, que podem variar dentre física, emocional ou psicológica, sexual, patrimonial e moral são esclarecidos em linguagem acessível na cartilha.

As providências a serem tomadas pela mulher para prevenir a violência e garantir os direitos, assim como onde buscar auxílio durante o período de isolamento social nos municípios do Estado de Rondônia, são detalhados. E a consciência que todos devem ter como aliada também: “Uma vida sem violência é direito de todas as mulheres. Não se cale. Denuncie!”.

Para acessar a cartilha, clique no link, ou ainda no banner no pé da página principal do Poder Judiciário de Rondônia. A cartilha também será disseminada nas redes sociais e em grupos de whatsApp da rede de proteção. Quem receber, poderá compartilhar à vontade o material, pois se trata de uma realidade bem difícil para muitas mulheres, por isso precisam de informação e apoio.

 

 

 

 

 

Fonte: Assessoria/TJ-RO

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